Exausto, de Adélia Prado
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Exausto
Eu quero uma licença de dormir,
perdão pra descansar horas a fio,
sem ao menos sonhar
a leve palha de um pequeno sonho.
Quero o que antes da vida
foi o profundo sono das espécies,
a graça de um estado.
Semente.
Muito mais que raízes.
Adélia Prado, Poesia Reunida.
Ás vezes eu só queria estar embaixo de uma pedra. Eu lhe entendo!
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